domingo, 1 de dezembro de 2013



O coordenador-geral do Movimento 1º de Dezembro e deputado do CDS-PP, Ribeiro e Castro, criticou hoje a eliminação do feriado, a expressão “protetorado” usada por Paulo Portas para descrever a situação do país e os ataques à ‘troika’.
No seu discurso nas cerimónias oficiais do 1º de dezembro, um dos feriados eliminados por este Governo, o deputado do CDS-PP voltou a defender a restauração do feriado e garantiu que o movimento vai continua a lutar para que isso aconteça.
“Se nunca há uma boa altura para acabar com o 1º de dezembro, o único feriado em que celebramos o valor fundamental da independência nacional, este tempo desgraçado e acabrunhado foi um momento particularmente mau para o fazer”, afirmou Ribeiro e Castro.
O deputado do CDS-PP criticou uma expressão muito utilizada pelo vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, líder do seu partido, de que Portugal está sob protetorado.
“Nós não estamos sob protetorado. Isso não é tecnicamente correto. E, se fosse verdadeiro, seria ainda pior. (…) O discurso lamuriento do protetorado impede e bloqueia aquela política europeia assertiva de que precisamos há tanto tempo, uma política para a Europa, uma política para Portugal”, disse, criticando “quem aprecie repetir, dia sim, dia, que estaríamos até num quadro de protetorado”.
O deputado do CDS-PP criticou ainda os constantes ataques à ‘troika’ e defendeu que a responsabilidade da situação do país é interna.
“Os nossos invasores são os que nos endividaram para além do tolerável: o Estado, o sistema financeiro, outros ainda. Não é boa política gritar contra estrangeiros, quando o mal está cá dentro, e temos de o superar e resolver pela reforma do Estado e reorientação da economia, Não é sensato culparmos estrangeiros em vez dos nossos maus governos, por cuja eleição só nós somos responsáveis”, disse.

ESTE RAPAZ TEM RAZÃO EM DEFENDER DE NOVO O FERIADO, MAS SOBRE A TROIKA É MELHOR CALAR-SE. A TROIKA EXISTE PORQUE A EUROPA NÃO TEM LIDERES À ALTURA.
A CRISE FOI PROVOCADA PELOS BANCOS E NÃO INVENTEM HISTORIAS DA CAROCHINHA.
O FMI NÃO TINHA NADA PARA FAZER PORQUE FOI CORRIDO DE MUITOS PAISES.
A AGENDA NEOLIBERAL EM 2008 COM A CRISE DA BANCA AMERICANA FOI GASTAR MAIS E DEPRESSA E NÃO FALTOU APOIO À BANCA E EMPRESAS GRANDES.
EM FINAIS DE 2009 OS ANTI-KEYNES APERCEBERAM-SE O QUE ESTAVAM A FAZER E MUDAR A AGULHA TRANSFORMANDO A CRISE DA BANCA EM CRISE DAS DIVIDAS SOBERANAS. VEIO A AUSTERIDADE COMANDADA PELO FMI E  SUA AGENDA DE DESTRUIÇÃO COM O VISTO DA UE. BARROSO E MERKEL ESTÃO A DESTRUIR A EUROPA.
ELES EMPRESTAM DINHEIRO A TAXAS ESPECULATIVAS. 

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