sábado, 9 de novembro de 2013

Para

Centenas de quotas pagas a militantes do PS do Porto e Matosinhos

Cheques no valor de dezoito mil euros relativos a quotas em atraso terão sido entregues na Federação do Porto do PS
pagamento de centenas de quotas em atraso a militantes do PS do Porto e de Matosinhos pode ter baralhado as contas daqueles que se perfilam para disputar as lideranças das duas concelhias, marcadas para 6 e 7 de Dezembro.
Ao que o PÚBLICO apurou, no caso do Porto foram pagas quotas a mais de meio milhar de militantes, no valor de sete mil euros, segundo fontes socialistas. Metade das quotas são de militantes da secção socialista de Paranhos.
Em Matosinhos, o valor pago é um pouco superior, tendo atingido, de acordo com as mesmas fontes, os 11 mil euros. Tanto no caso do Porto como no de Matosinhos, as quotas foram pagas por cheque na quarta-feira (último dia do prazo previsto pelos estatutos). As mesmas fontes asseguram que os chequesforam entregues na federação do PS.
E se, no caso de Matosinhos, as várias centenas de quotas são de militantes que discordaram da candidatura de António Parada à câmara nas recentes eleições e que deram a vitória ao agora independente Guilherme Pinto, no Porto os militantes são tidos como opositores de Manuel Pizarro, o presidente da concelhia socialista, que se vai recandidatar ao cargo.
O desaire eleitoral em Matosinhos deixou um rasto de descontentamento nos militantes, que ainda não digeriram a derrota do partido que, pela primeira vez, viu escapar-lhe a liderança da câmara.
Há uma semana, houve uma reunião com os secretários coordenadores das várias secções do PS de Matosinhos para tentar encontrar uma solução consensual, proclamada internamente pelo líder da federação distrital, José Luís Carneiro, mas as diligências feitas não terão sido bem-sucedidas e Ernesto Páscoa, líder concelhio, deixou claro que se vai recandidatar. Na corrida à liderança da concelhia está Joaquim Gonçalves, considerado próximo de Guilherme Pinto. Este engenheiro do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos já informou o líder da distrital da sua decisão e pode beneficiar dos votos de muitos dos militantes que viram agora as suas quotas pagas.
SERÁ QUE A DIREÇÃO DISTRITAL E NACIONAL VÃO DEIXAR APODRECER ISTO?
QUANDO SERÁ QUE APRENDEM A FAZER POLÍTICA?

Soares chama a esquerda para resistir ao ataque ao Estado social

O ex-Presidente da República volta a chamar a esquerda à Aula Magna. Será no dia 21 de Novembro e o mote é a defesa da Constituição, da democracia e do Estadosocial. Numa altura em que o Tribunal Constitucional está sob pressão - inclusivamente do presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso - para se render ao Orçamento do Estado de 2014, e a própria Constituição é questionada diariamente, Soares decidiu juntar os partidos e personalidades de esquerda para uma sessão em defesa da lei fundamental.
"Quando não se respeita a Constituição, está a caminhar--se para uma nova ditadura", afirma o ex-Presidente da República ao i, lembrando que o actual Presidente também jurou defender esta Constituição e "também sabe perfeitamente isso". O objectivo da iniciativa de Mário Soares é "defender a Constituição tal como ela é".
Desta vez, ao contrário do que aconteceu quando Soares reuniu pela primeira vez a esquerda na Aula Magna, em Lisboa, não serão representantes dos partidos a discursar, mas outras personalidades. Contudo, o ex-Presidente da República já deu a conhecer a António José Seguro a sua iniciativa, assim como às direcções do PCP e do BE.
A primeira vez que Soares juntou a esquerda foi no passado 30 de Maio, sob o lema "libertar Portugal da austeridade" e encheu a Aula Magna da Universidade de Lisboa. Pacheco Pereira era um dos promotores - não esteve presente, mas enviou uma mensagem. Um dos momentos altos da noite, para lá da intervenção inicial de Mário Soares, foi o discurso de Sampaio da Nóvoa, visto como potencial candidato da esquerda a Belém. Entretanto, Soares parte para Paris na terça-feira, onde será homenageado pelo presidente da câmara da capital francesa.
 directora-geral do FMI considerou hoje que o crescimento mundial tem um "ritmo demasiado moderado" para criar o emprego esperado.
Lagarde falava em Paris, após uma reunião com o presidente francês, François Hollande.
"Tive oportunidade de dizer ao presidente e aos ministros que consideramos que a situação de regresso ao crescimento tem decorrido, infelizmente, a um ritmo demasiado moderado para criar os empregos necessários", declarou.
François Hollande reuniu-se hoje no Palácio do Eliseu com dirigentes de várias organizações internacionais que têm representação no G20.
Lagarde, Jin Yong Kim (Banco Mundial), Guy Rydeer (Organização Internacional do Trabalho), Roberto Azevedo (Organização Mundial do Comércio) e Angel Gurria (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económicos) foram convidados para este encontro sobre a situação económica em França.
Christine Lagarde, de nacionalidade francesa, lembrou que os estatutos do FMI não lhe permitem manifestar-se sobre a situação económica de França.
De forma geral, observou que "a dinâmica de crescimento está a mudar com a retoma norte-americana e japonesa, a saída da zona euro de um logo período de recessão e um abrandamento do crescimento dos países emergentes".
Estes foram até agora, segundo Lagarde, os "motores do crescimento mundial".
"Em termos de diagnóstico, concluímos, em particular no que diz respeito à zona euro, que é indispensável permitir que se concluam nas melhores condições os programas que se aplicam actualmente a alguns países da zona", como a Grécia ou Chipre, prosseguiu citada pela AFP.
Christine Lagarde considerou também "necessário concluir a união bancária para consolidar os fundamentos da zona euro".

A SENHORA LAGARDE O QUE PRETENDE É QUE OS PROGRAMAS TERMINEM PARA PARECER QUE TUDO CORREU NO MELHOR DOS MUNDOS E DEPOIS A EUROPA QUE SE SAFE.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O secretário-geral do PS afirmou hoje que assumirá as suas responsabilidades perante a hipótese de Portugal necessitar de um programa cautelar em Junho de 2014, mas demarcou-se de umnovo programa com a mesma natureza do actual.Esta posição foi assumida por António José Seguro em entrevista à TVI, depois de questionado pela jornalista Judite de Sousa se o PS está ou não disponível para assinar um eventual programa cautelar em Junho de 2014, após a conclusão do actual programa de assistência financeira.
Seguro começou por responder que, "se esse problema se colocar, perante o que estiver em cima da mesa, o PS assumirá as suas responsabilidades".
"Mas não posso pronunciar-me sobre o conteúdo de um programa que desconheço. Se Portugal precisar de um programa dessa natureza, tenho de saber que condições são exigidas ao país", referiu.
De acordo com o líder socialista, nessa questão referente à necessidade de um programa cautelar, o problema não está nas condições do PS, "mas nas condições (caso o programa venha a ser necessário, o que não desejo) que sejam exigidas aos portugueses".
"Se a 'troika' (Banco Central Europeu, Comissão Europeu e Fundo Monetário Internacional) e o Governo insistirem num segundo programa com a mesma natureza, acha que o PS deve assinar esse programa?", questionou António José Seguro.
Na sequência desta posição de dúvida de Seguro, a jornalista confrontou-o com o facto de o PS ter assinado em Maio de 2011 o actual programa de assistência financeira.
Mas Seguro ripostou: "Em 2011 o PS assinou um programa de ajustamento que tinha objectivos, que terão de ser avaliados em Junho de 2014. Não virarei as costas ao meu país e, perante os problemas, o PS apresentará as suas soluções", declarou.
Em matéria de cenários 'pós-troika', o secretário-geral do PS sustentou que a questão reside em saber se Portugal regressa a mercados sem ou com um novo programa de assistência.
"Aquilo que a 'troika' e o Governo prometeram é que Portugal regressaria a mercados em junho em 2014 sem novo programa e o que neste momento se coloca no horizonte é a possibilidade de um novo programa", referiu, dizendo que não confunde a perspetiva de regresso a mercados de forma independente ou condicionada.
"Quero que o meu país regresse a mercados sem necessitar de nenhum tipo de programa. Se precisar de um programa, temos de saber qual a natureza desse programa, se é cautelar ou um segundo resgate. Nesse cenário, desejo que seja um que tiver menos condicionalidades", apontou, antes de lançar um aviso ao Governo.
No caso de um novo programa, "o Governo terá de explicar aos portugueses por que razão exigiu tanta austeridade, que já vai em 13 mil milhões de euros, e não conseguiu que Portugal regressasse a mercados de forma independente", avisou o secretário-geral do PS.
Interrogado se o PS exigirá a realização de eleições legislativas antecipadas para assinar um programa cautelar, Seguro recusou que essa seja a sua prioridade.
"Se as eleições fossem a minha prioridade teria feito um acordo em Junho [com o PSD e CDS] custasse o que custasse", disse.
Na entrevista à TVI, António José Seguro afirmou que continua a defender a realização de eleições legislativas antecipadas, frisando que o seu partido não mudou de opinião nessa matéria.
"Não foi esse o entendimento do senhor Presidente da República [Cavaco Silva]. Depende do senhor Presidente da República a dissolução do parlamento e o problema neste momento não se coloca porque o senhor Presidente da República considera que não há razão nenhuma para dissolver o parlamento", alegou o líder socialista.
Lusa/SOL

É CURTO. TEM DE IR MAIS FUNDO E COM MAIS GARRA.

Soares diz que Cavaco pertence “ao bando” do Governo

Antigo presidente diz que no tempo em que era primeiro-ministro no seu partido ninguém "tocava em dinheiros públicos".
RAFAEL MARCHANTE/REUTERS


Ao comparar os contributos para um Portugal democrático e justo, antes e depois do 25 de Abril, por parte de um dos fundadores do PS, Salgado Zenha, o antigo líder socialista e também ex-primeiro-ministro assegurou que nenhum membro do seu
 partido "tocava em dinheiros públicos", após uma homenagem àquele amigo e advogado, na Fundação Mário Soares."Acho que não. Em primeiro lugar, ninguém tocava nos dinheiros públicos. Nunca tocou. Dos socialistas, felizmente, não há um único de quem se diga que tocou em dinheiros públicos", defendeu, quando questionado sobre a existência de paralelo com a actual classe dirigente.
Instado a concretizar as suspeitas, Soares afirmou não ser "da polícia".
"Quem rouba é sempre um caso de polícia. Muitas vezes, sabemos, há ladrões, mas não vão à polícia, nem são julgados, mas isso é a situação. A polícia está zangada, os militares estão zangados - desde os generais até cá a baixo -, a Igreja está zangada. Quem é que não está zangado com este Governo?", inquiriu.
Perante a sugestão de que o Presidente da República seria uma das pessoas que não está em desacordo com o executivo da coligação PSD/CDS-PP, o fundador do PS sugeriu haver uma acção concertada.
Mário Soares afirmou que o actual Chefe de Estado "pertence ao bando" do Governo, liderado pelo social-democrata Passos Coelho, voltando a sugerir tratar-se de um "caso de polícia".
"Esse (Cavaco Silva) não está (em desacordo com o governo) porque pertence. Pertence ao bando, infelizmente", atirou.
Também presente na sessão evocativa de Salgado Zenha, outro antigo líder socialista e ex-presidente da República, Jorge
Sampaio, furtou-se a comentar matérias da actualidade política, mas deixou a sua opinião sobre a questão no ar.
"Isso é muito difícil de responder, mas imaginem qual é a resposta", afirmou Sampaio.
SOARES DIZ O QUE SENTE. 

Alemanha quer reduzir dívida pública para 60% do PIB

"A Alemanha quer e tem a obrigação de reduzir a sua dívida pública para menos de 60 por centodo PIB (Produto Interno Bruto)", disse Schäuble, considerando que é possível reduzi-la para o limite imposto por Bruxelas nos próximos 10 anos.
O ministro considerou que para isso é necessário manter a disciplina na despesa nos próximos anos e aproveitar a boa situação económica da Alemanha.

O SENHOR MINISTRO DAS FINANÇAS ALEMÃO QUER REDUZIR A DIVIDA PARA MENOS DE 60% DO PIB NOS PRÓXIMOS 10 ANOS. ESSE É O ERRO TEORICO DO MINISTRO E DO NEOLIBERALISMO. A ALEMANHA ATÉ PODERÁ CONSEGUIR, MAS A MAIORIA DOS PAISES DA ZONA EURO NÃO CONSEGUE NEM EM 20 ANOS. ERA PRECISO O PIB CRESCER MAIS DE 3% POR ANO EM MÉDIA. ESTÁ ESTUDADO, DEMONSTRADO E APRESENTADO POR VÁRIOS ECONOMISTAS E ESTUDIOSOS INSUSPEIOS: JAQUES ATALLI, STIGLITZ, FUKUYAMA, KRUGMAN, MARK BLYTH, JEAN ZIGLER, MILTON FRIEDMAN E OUTROS QUE NÃO SÃO DE ESQUERDA. ATÉ ALGUNS ORDOLIBERAIS ESTÃO CONTRA A EXCESSIVA AUSTERIDADE. OS NEOLIBERAIS MAIS IMPEDERNIDOS QUEREM CONTINUAR A ASFIXIAR OS POVOS COM A AUSTERIDADE PARA FECHAREM O CAIXÃO DE KEYNES COM GRANDES CAVILHAS. QUEREM REINVENTAR AS INSTITUIÇÕES DE BRETTON WOODS. O FMI, EM PARTICULAR, PERDERA O SEU PAPEL ORIGINAL E DEBATIA-SE PARA ARRANJAR UMA NOVA MISSÃO. O FMI FOI PROJETADO ORIGINALMENTE PARA FORNECER FINANCIAMENTO COMPENSATÓRIO A ESTADOS QUE ENFRENTASSEM CHOQUES CAMBIAIS NO SISTEMA DE TAXA DE CAMBIO FIXA QUE GOVERNOU O DINHEIRO DO MUNDO DESDE A DÉCADA DE 1940 ATÉ À DÉCADA DE 1970. O SISTEMA DE BRETTON WOODS, QUE INDEXAVA O DOLAR AO  OURO E TODAS AS OUTRAS MOEDAS AO DÓLAR.
ACABADA A CONVERTIBILIDADE O FMI NÃO TINHA LITERALMENTE NADA A FAZER.  
ESTA É UMA LUTA IDEOLÓGICA QUE CUSTA A SER ASSUMIDA PELOS POLÍTICOS E ONDE A ESQUERDA NÃO SE AFIRMA POR FALTA DE ALTERNATIVA E DE LUTA CLARA.
A LISTA DO CONSENSO DE WASHINGTON NÃO ESTÁ ESGOTADO. OS PAISES DO SUL DA EUROPA SÃO EXPERIÊNCIAS MUITO PERIGOSAS PARA A EUROPA E PARA O MUNDO 
O departamento financeiro do BES, instalado na sede do grupo em Lisboa, na Avenida da Liberdade, foi alvo, na manhã desta quinta-feira, de buscas levadas a cabo pelo Ministério Público, no quadro da entrada em bolsa da EDP Renováveis. Contactado pelo PÚBLICO, o BES não comentou.
As buscas foram conduzidas pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), com base numa denúncia, de 2012, da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), por suspeita de crimes contra o mercado (abuso de informação privilegiada e manipulação de mercado). As averiguações envolvem transacções e subscrições de acções da EDP Renováveis, entre 15 de Maio e 2 de Junho de 2008, entre o BES e a BES Vida.  
O processo deu origem à constituição, em 2013, de vários arguidos, entre os quais se encontram o administrador financeiro do grupo, Amílcar Morais Pires, também administrador do BES Vida, e José Maria Ricciardi, presidente do BES Investimento (BESI).
Uma das suspeitas prende-se com abuso de informação privilegiada. As transacções foram concretizadas dias antes de a EDP ter aprovado a colocação em bolsa das acções da EDP Renováveis e horas depois de o conselho superior (órgão não executivo onde estão representados os grandes accionistas) da operadora liderada por António Mexia — que o presidente do BESI integra — o ter aprovado.
Manipulação de mercado?
A suspeita de um alegado crime de mercado prende-se com a possível manipulação de mercado na oferta pública de subscrição (OPS) de acções da EDP Renováveis. O BESI, no âmbito das suas competências de banco de investimento (assessoria financeira), foi responsável pela operação de dispersão do capital da EDP Renováveis que foi concluída em Junho de 2008.
A EDP anunciou que o preço das acções da EDP Renováveis abrangidas pela OPS se fixara em oito euros, dado que a oferta superara a procura. A CMVM alega que existem sinais de que as compras e vendas envolvendo o BES e o BES Vida antes e durante a OPS da EDP Renováveis foram essenciais para o êxito da operação.
Em Janeiro deste ano, quando se soube que José Maria Ricciardi e Morais Pires tinham sido constituídos arguidos pelo Ministério Público, o BES emitiu um comunicado a informar “que o DIAP solicitou informações a quadros superiores do BES [nomeadamente a Ricardo Salgado] e do BESI no âmbito de uma investigação iniciada pela CMVM relativamente a transacções de acções da EDP efectuadas, em 2008, entre o BES e a BES Vida”. O mesmo comunicado esclarecia que “uma investigação interna, entretanto realizada após a notificação”, apurou que “todas as operações identificadas se inscrevem na normal gestão de carteiras de valores mobiliários, sendo demonstrável a natureza transparente das mesmas”.
José Maria Ricciardi está igualmente a ser alvo de averiguações pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), neste caso por suspeitas de crimes de tráfico de influências e de abuso de informação privilegiada relacionados com as privatizações, em 2011, da EDP e da REN. O BESI foi o banco que apoiou financeiramente a China Three Gorges (EDP) e a State Grid (REN), as vencedoras dos respectivos concursos públicos.
ENQUANTO NÃO FOREM ALGUNS DENTRO ISTO NÃO MUDA.
A BANCA REBENTOU COM A ECONOMIA E COM ALGUNS PAISES. A CULPA É DOS MERCADOS E DOS POVOS QUE ESTAVAM A GASTAR ACIMA DAS SUAS POSSIBILIDADES. FAZEM AS ASNEIRAS E OS POVOS É QUE PAGAM A CRISE

 
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Jardim desmentido por ofício do chefe de gabinete

Despacho confirma que Alberto João Jardim mandou mesmo cobrar as dívidas de eletricidade das câmaras perdidas pelo PSD nas últimas eleições.

Contrariamente ao que disse ontem. o presidente
 do GovernoRegional da Madeira mandou mesmo executar as dívidas de eletricidade das câmaras municipais perdidas pelo PSD nas últimas eleições autárquicas.
Um despacho da presidência do Governo Regional da Madeira, de 25 de uutubro e assinado pelo chefe de gabinete Luís Nuno Olim, divulgado esta manhã pelo "Diário de Notícias da Madeira", confirma a ordem de Alberto João Jardim.

O despacho foi enviado a todos os membros do Governo e àadministração da Empresa de Eletricidade da Madeira, e contém ordens claras para executar as dívidas da Câmara do Funchal, mesmo que esta ofereça "resistência".

Em situação semelhante estão as Câmaras de Santa Cruz, Porto Santo, São Vicente. Nos casos de Porto Moniz e Machico, também conquistadas pela oposição, a ordem é para que se tomem medidas para regularizar a dívida.

A divulgação deste despacho por parte do matutino madeirense contrapõe totalmente o "desmentido" emitido ontem por Jardim. Na altura, o líder do PSD-Madeira afirmou estar a ser vítima de uma "mentira canalha".


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/jardim-desmentido-por-oficio-do-chefe-de-gabinete=f839782#ixzz2jyaDFo2I
Presidente do BCE diz que economia vai experimentar um período longo de "baixa inflação" e não exclui possibilidade de novo corte.
A autoridade monetária surpreendeu hoje os mercados com novo corte de juro na taxa de referência, em 25 pontos base, para o mínimo histórico de 0,25%.Os analistas apontavam para que o corte fosse feito em Dezembro ou talvez mesmo no início do próximo ano.

No entanto, os últimos dados macroeconómicos deram força à ideia de que os sinais de retoma estão longe de ser sólidos, pressionando o BCE a agir. Isso, aliado ao facto de a inflação em Outubro ter caído para 0,7%, alimentando os receios de deflação, levou à decisão de corte.

Na conferência de imprensa após a reunião de governadores, Mario Draghi frisou que o corte de hoje "está em linha com a 'forward guidance' adoptada em Julho", que foi revista hoje, tendo os governadores chegado à conclusão unânime de que "as taxas de juro se vão manter a estes níveis ou mais baixos por um longo período".

Draghi decidiu também avisar os mercados que as operações extraordinárias de política monetária, como as LTRO (operações de refinanciamento de longo prazo), vão continuar em vigor pelo menos até ao segundo trimestre de 2015.

O presidente do BCE explicou que os sinais de retoma continuam a apontar para uma recuperação "fraca" e que os dados relativos aos preços na economia sugerem que a zona euro "vai experimentar um período prolongado de baixa inflação, seguido depois por uma recuperação gradual até a uma taxa próxima mas abaixo de 2%".

ESTE CORTE PODE NÃO SER SUFICIENTE E O BCE TEM DE URGENTEMENTE ENCONTRAR OUTRAS SOLUÇÕES. DEVE COMEÇAR A COMPRAR DIVIDA PUBLICA NO 2º. MERCADO.
A GRÉCIA ENTROU EM DEFLAÇÃO. O JAPÃO JÁ LEVA DUAS DÉCADAS DE DEFLAÇÃO E POR ESTE ANDAR PORTUGAL, IRLANDA, ITALIA, ESPANHA E FRANÇA VÃO BATER NA PAREDE
A DEFLAÇÃO PODE SER MAIS DIFICIL DE RESOLVER DO QUE A INFLAÇÃO.
O Conselho das Finanças Públicas avisa que mesmo assumindo a concretização do OE/2014, o esforço de redução do défice pela despesa será idêntico ao da receita.
O ajustamento orçamental conseguido desde a aplicação do programa da ‘troika' foi "insuficiente". Esta é a análise do Conselho das Finanças Públicas, liderado por Teodora Cardoso, que publicou hoje uma avaliação aos resultados do memorando e ao Orçamento do Estado para 2014.

"O ajustamento orçamental até agora levado a cabo entre nós foi insuficiente no que respeita à sua composição", lê-se no relatório. De acordo com os cálculos deste órgão de monitorização das contas do país, mesmo que as medidas do Orçamento do Estado para o próximo ano sejam todas implementadas e cumpridas, o esforço de ajustamento total (conseguido entre 2010 e 2014) será de 51% pelo lado da redução da despesa, e de 49% através de aumentos da receita.

Este resultado, medido em termos estruturais e ajustado, fica aquém do previsto inicialmente no memorando assinado com a troika de credores - Comissão Europeia, FMI e BCE. Quando o programa foi desenhado, o objectivo era fazer dois terços do ajustamento pelo lado da despesa, e apenas um terço com o contributo dos aumentos da receita.

Além disso, o CFP frisa que "simultaneamente, reforçando a perda de qualidade do ajustamento, observou-se o recurso frequente a cortes transversais de despesas, em detrimento da ênfase nos ganhos de eficiência, que deveriam limitar os efeitos recessivos das medidas".

É INSUFICIENTE? LÁ VIRÃO MAIS CORTES.
ATÉ FINAL DE SETEMBRO

Corte de 6% do subsídio de doença só rende 80 euros

por LusaHoje4 comentários
O corte de 6% no subsídio por doença só rendeu 80 euros até ao final de setembro, e o de 5% no subsídio de desemprego 16,8 mil euros, muito aquém dos 50 milhões de euros esperados, sublinha a UTAO.
O corte de 6% no subsídio por doença só rendeu 80 euros até ao final de setembro, e o de 5% no subsídio de desemprego 16,8 mil euros, muito aquém dos 50 milhões de euros esperados, sublinha a UTAO.
De acordo com uma análise à execução orçamental até setembro, a Unidade Técnica de Apoio Orçamental lembra que devido às mudanças exigidas pelo Tribunal Constitucional as medidas só entraram em vigor a 24 de julho.
No entanto, segundo a UTAO, a previsão de receita com o que o Governo chamou de "contribuição extraordinária" sobre os desempregados e as pessoas em situação de doença que foi reduzida dos iniciais 150 milhões de euros inicialmente para um terço deste valor, 50 milhões de euros - no segundo retificativo do ano, apresentado há cerca de três semanas - está muito longe de ser cumprido.
As contas até setembro, a três meses do fim do ano, dão uma receita residual face ao que é esperado. No caso do corte no subsídio por doença, apenas reverteram para os cofres do Estado 80 euros. No caso do subsídio de desemprego foram 16.793 euros.
No total, o Estado conseguiu apenas 16.873 euros até setembro, ficando assim com apenas 0,03% da receita estimada no Orçamento do Estado para 2013, revisto pelo segundo retificativo do ano

A FAZEREM CONTAS ASSIM COMO VÃO ACERTAR?

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Alberto João Jardim manda executar dívidas de luz às autarquias que já não são do PSD
06 Novembro 2013, 13:26 por Jornal de Negócios | jng@negocios.pt
Alberto João Jardim terá dado ordens à Empresa de Electricidade da Madeira (EEM) para executar as dívidas de electricidade de sete câmaras municipais. Todas ganhas pela oposição nas eleições de Setembro, de acordo com o “Diário de Notícias da Madeira”.
O jornal revela esta quarta-feira, 6 de Novembro, que foi dada uma ordem de cobrança à EEM e que tem em vista sete autarquias que o PSD perdeu nas últimas eleições. O mesmo órgão de comunicação salienta que as dívidas foram contraídas por executivos do PSD.

O “Expresso” adianta que o município de Santa Cruz considera esta decisão “um acto de terrorismo”.

O jornal do grupo Impresa adianta que a Câmara Municipal do Funchal poderá retaliar, já que o Governo da Madeira tem dívidas para com o município.

O “Expresso” diz ainda que as ameaças em torno do corte de electricidade começaram pouco depois das eleições autárquicas, que decorreram a 29 de Setembro, e em que o PSD perdeu sete autarquias.

Apesar da autarquia do Funchal, liderada pelo independente Paulo Cafôfo, ainda não se ter pronunciado sobre esta ordem de execução, o “Expresso” adianta que esta autarquia tem margem para retaliação. É que o Governo regional tem dívidas para com o Funchal relativas a contas de água atrasadas dos hospitais, centros de saúde, escolas, piscinas e pavilhões desportivos.

QUANDO SE ENTREGA O PODER A UM LOUCO ESTE É O RESULTADO. PERDEU AS ELEIÇÕES HÁ QUE RETALIAR.
É DE FATO UM ATO TERRORISTA.

Transparência e punição em vez de incompatibilidades na política

por M.C.F.Hoje
O ministro da Defesa disse esta quarta-feira que a lei das incompatibilidades no desempenho de cargos políticos afasta os mais capazes e "só os mais medíocres" ou os "mais ligados aos diretórios" dos partidos políticos "estão disponíveis" para governar.
José Pedro Aguiar-Branco intervinha na sessão solene de abertura do ano académico no Instituto de Defesa Nacional (IDN), numa cerimónia marcada pela ausência dos quatro chefes militares e pelo discurso do sociólogo António Barreto, que responsabilizou os partidos políticos pela atual crise do Estado.
Para o governante, a situação a que se chegou e dificulta a reforma do Estado "está muito para lá dos partidos" e radica na falta de participação cívica e intervenção dentro das estruturas partidárias.
Adepto de um regime de maior transparência, rigor e punição no exercício de cargos políticos, por oposição a um de muitas incompatibilidades, Aguiar-Branco reafirmou a defesa de uma revisão constitucional como forma de "afirmação da liberdade da sociedade civil".
"A dimensão do Estado tem uma relação direta com a dimensão da liberdade" e da existência de uma sociedade forte, não dependente do Estado, sublinhou o ministro da Defesa, dando como exemplo recente o do peso da publicidade estatal nos media.

QUANDO ABRE A BOCA OU ENTRA MOSCA OU SAI ASNEIRA.
MAS ESTA AFIRMAÇÃO ESTÁ MUITA CERTA E A CARAPUÇA ENTRA-LHE ATÉ ÀS ORELHAS. A DIREITA SÓ LEVA PARA O GOVERNO "OS MAIS MEDÍOCRES"; OS MAIS LIGADOS AOS DIRETÓRIOS";"OS MENOS CAPAZES", QUE É O CASO DE QUEM FAZ A AFIRMAÇÃO.

COM POLÍTICOS DESTES PORTUGAL VAI MESMO AO FUNDO.
Revisão da Constituição contra 'tentação' de um estado social 'totalitário'

6 de Novembro, 2013
O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, defendeu hoje a revisão da Constituição, argumentando que existe em Portugal a "tentação de um Estado totalitário" provocado por um "Estado social absorvente" que cria "promiscuidades", "clientelas" e "dependências"."Eu acho que a revisão da Constituição é uma questão de afirmação da liberdade da sociedade civil", afirmou Aguiar-Branco na abertura do ano académico do Instituto de Defesa Nacional, em Lisboa.
Antecedido pelo sociólogo António Barreto, que deu uma 'aula' sobre a reforma do Estado em que defendeu a revisão da Constituição, o ministro da Defesa citou o antigo primeiro-ministro do governo da Aliança Democrática e ex-presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, para argumentar contra um Estado social que "absorva" a sociedade ao ponto de se tornar "totalitário",
"Dizia um político que eu muito admirei que, julgo também muitos aqui admiram, Francisco Sá Carneiro, que o Estado social é necessário que exista nas democracias modernas, é um Estado que deve estar preparado para ir ao encontro das necessidades mais exigentes das sociedades modernas, mas o Estado social que absorva a sociedade por completo ou que tenda a absorver a sociedade por completo é um Estado totalitário", afirmou.
"A verdade é que nós, por via da situação de tender a ter esse Estado social absorvente, tender a ter um Estado que visa absorver a sociedade numa dimensão que, a meu ver é exagerada, faz com que tenhamos uma tentação de um Estado totalitário, que cria as promiscuidades, que cria as clientelas, que cria as dependências e enfraquece a sociedade", sustentou.
O ministro não esclareceu que aspectos da Lei Fundamental gostaria de ver revistos e em que sentido e saiu da sessão sem prestar declarações aos jornalistas.
No início da sua intervenção, Aguiar-Branco defendeu que, na reforma do Estado, a questão da "dimensão" é central e está "para lá da questão financeira".
"Para mim, a questão da dimensão do Estado tem uma relação directa com a liberdade. A dimensão de termos ou não termos uma sociedade civil forte, livre, que não tenha, por via do clientelismo ou da dependência que existe ao relação ao Estado, menor força ou liberdade", argumentou.
O ministro referiu-se também à reforma 20/20, nas Forças Armadas, afirmando que está a ser desenvolvida para que se criem "condições de sustentabilidade e de possibilidade de adequação de toda uma estrutura à nova realidade em que o país se move o mundo se move na dimensão da Defesa".
Nesse sentido, Aguiar Branco salientou o facto de, pela primeira vez, haver uma referência da Defesa em relação ao PIB, que é de 1,1 %.
Lusa/SOL

ESTE homennzinho NÃO TEM ESTATURA  DE HOMEM DE ESTADO E POR ISSO DIZ ESTAS PARVOICES.
QUALQUER DIA VOU VE-LOS A FALAR EM DEMOCRACIA ORGANICA DO ANTES DO 25 DE ABRIL.
O MITO DE SÁ CARNEIRO É O GUIA PARA ESTA GENTE QUANDO ESTÁ ATRAPALHADA.
SÁ CARNEIRO NÃO MOSTROU O QUE VALIA E O QUE PODIA FAZER PELO PAÍS. MORREU ANTES DE SE AFIRMAR COMO HOMEM DE ESTADO E POLITICO DE CRAVEIRA.
REVER A CONSTITUIÇÃO É SEMPRE POPULAR PARA ENGANAR O POVO. A CONSTITUIÇÃO TEM AS COSTAS LARGAS.
O QUE PORTUGAL PRECISA É DE GOVERNANTES E MANDAR ESTA TRUPE EMBORA QUANTO ANTES. SÃO INCAPAZES, INCOMPETENTES E INEFICAZES.

Pedras gigantescas da Cidade Proibida foram transportadas em trenós no gelo

O bloco de mármore à entrada do Palácio da Suprema Harmonia, na Cidade Proibida, tinha 200 toneladas na altura do transporte Cortesia de Chui Hu

Quando ficou responsável pela reconstrução de dois edifícios que arderam, em 1596, na Cidade Proibida, em Pequim, Shengrui He sabia que o esperava um trabalho moroso e com elevados custos monetários. Para definir o plano de reconstrução dos edifícios, que implicava o transporte de grandes pedras vindas de longe, Shengrui He baseou-se em relatos de trabalhos anteriores. Referida no antigo livro chinês Liang Gong Ding Jian Ji, de 1618, a escolha da melhor estratégia de transporte aplicada por Shengrui He é explorada à luz da ciência por uma equipa de investigadores, num artigo publicado amanhã, terça-feira, na edição em papel na revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences.
Reza a história que a Cidade Proibida terá tido 999 edifícios com 9999 divisões, onde viveram os imperadores, familiares e inúmeros criados, ao longo de cinco séculos. Durante a construção do palácio imperial, entre 1406 e 1420, e para as várias reconstruções de que foi alvo, foram trazidas inúmeras toneladas de mármore da pedreira de Dashiwo, a 70 quilómetros de Pequim. Para a reconstrução de 1596, Shengrui He acabou por optar pelo transporte das gigantescas pedras em carros de rodas. Mas noutros momentos da História foram usados trenós, que deslizavam por estradas de gelo.
A maior pedra na Cidade Proibida tem 200 toneladas: está à entrada do Palácio da Suprema Harmonia. “A pedra foi extraída de Dashiwo, em Fangshan, nos subúrbios de Pequim. Foi transportada até ao Palácio-Museu [o palácio imperial] lançando água no caminho, durante o Inverno, para formar uma estrada de gelo. Depois, foi puxada ao longo da estrada de gelo”, lê-se na inscrição da pedra.
Sabendo que a roda já existia na China desde 1500 a.C., a investigação conduzida por Jiang Li, da Universidade de Ciência e Tecnologia de Pequim, estudou por que razão o trenó sobre o gelo lubrificado com água é a melhor solução para o transporte de uma grande pedra que teria pelo menos 120 toneladas. Estes estudos podem ter aplicação no desempenho dos atletas de desportos no gelo.
Mas porquê estudar uma pedra deste tamanho? Porque no antigo livro chinês Liang Gong Ding Jian Ji (de Zhongshi He) há o relato do transporte de uma pedra com 123 toneladas usada numa das reconstruções, neste caso em 1557. Nesta reconstrução, as pedras foram transportadas ao longo dos 70 quilómetros, durante 28 dias. No percurso, os trenós deslocavam-se numa estrada de gelo, que ia sendo humedecida com água a cada 500 metros. Em oposição, na reconstrução de 1596 transportaram-se as pedras em menos tempo — 22 dias —, em carros com 4, 8 ou 16 rodas, consoante o tamanho da pedra.

1800 mulas ou 20 mil homens
Em ambas as reconstruções (de 1557 e 1596), o transporte foi feito durante o Inverno, porque era mais fácil manter a estrada firme e sem buracos devido às baixas temperaturas do solo. Só que a opção do transporte com carros de rodas puxados por mulas em 1596 revelou-se, segundo o antigo livro chinês, mais barata: custou menos de 7000 taéis de prata (unidade de peso com valor monetário, na antiga China), contra os mais de 110 mil taéis do transporte em estradas de gelo para a reconstrução de 1557. A diferença de valores deve-se, em parte, à força de trabalho: no caso dos carros de rodas, usaram-se 1800 mulas, enquanto para os trenós foram contratados 20 mil homens.
Embora o uso de carros fosse mais barato, também teria constrangimentos. Não há registo de transporte de pedras com mais de 95 toneladas nos carros, mesmo com 16 rodas, mostrando que esta podia ser uma limitação deste tipo de transporte. Além disso, o risco de acidentes, com as mulas ou os veículos, era grande e podia danificar as pedras.
Interessados em estudar os fenómenos do atrito e desgaste, assim como a necessidade de lubrificação do caminho, os investigadores testaram várias hipóteses de transporte de uma pedra com 123 toneladas usando um trenó: numa estrada de terra batida; a deslizar sobre madeira lubrificada com água; e sobre gelo com e sem água. Concluíram que um caminho de gelo lubrificado é a única solução viável, pois o atrito é reduzido e implica o trabalho de menos de 50 homens. As restantes possibilidades implicavam o uso de mais de 300 pessoas.
Os cientistas vão mais longe nas conclusões: “A resistência de um caminho artificial de gelo no chão seria suficiente para suportar um trenó que transportasse uma pedra de 300 toneladas.” Para corroborar este resultado, a equipa recorda o caso recente do transporte por uma estrada de gelo de um edifício inteiro da Estação de Comboios de Anda, na China. Tinha 1200 toneladas.