O Carlos Pinto levantou um desafio para o levantamento do destino dos dinheiros que vieram da adesão à então CEE até aos dias de hoje.
Por mim, não me meto nisso e aconselho-o a fazer o mesmo.
Desde os jipes oferecidos às legítimas e às amigas, para a caça nos montes alentejanos, à gasolina verde a que se alimentavam os bichos, não falando nos cursos de formação prestados pelo trabalhador corticeiro, é todo um mundo. Aliás, creio que não haverá registos credíveis, se que alguns, que permitam o desiderato pretendido. A haver, estarão em fotocópias, algures numa garagem à prova de assalto. Esqueça.
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