Francisco Assis acusa Cavaco Silva de se “colar” ao Governo
O ex-líder parlamentar socialista, Francisco Assis acusou nesta quinta-feira o Presidente da República de ter proferido um discurso "impróprio" para um chefe de Estado, que significou uma "clara" colagem ao actual Governo.
"Pelo seu conteúdo, julgo que foi um discurso mais apropriado a uma função de Primeiro-ministro e que significa uma clara colagem ao actual Governo, numa altura em que o país precisava de um Presidente da República com alguma capacidade de se distanciar, no sentido de manter uma independência fundamental para gerar equilíbrios na sociedade e na vida política portuguesa", disse o socialista.
Francisco Assis, que falava à agência Lusa, em Coimbra, antes de participar numa sessão comemorativa do 39.º aniversário da revolução do 25 de Abril de 1974, organizada pela Comissão Política Concelhia, salientou que a intervenção de Cavaco Silva foi em sentido "completamente contrário".
"O Presidente da República em vez de se colocar como um árbitro, como alguém que consegue promover equilíbrios e assegurar a manutenção de um clima de diálogo, acaba por optar por uma facção e se associar a uma política que no passado várias vezes pôs em causa", sustentou.
Para o ex-líder parlamentar do PS, o discurso de hoje do chefe de Estado na Assembleia da República "não é bom para a vida política portuguesa, mas não sei que repercussões é que vai ter no futuro".
"Mas é evidente que quando temos um presidente que abdica da função de árbitro, que se afasta de um lugar central na vida política e perde alguma capacidade de gerar equilíbrios, isso significa que perturba o funcionamento de todo o sistema político", considerou Francisco Assis.
"Pelo seu conteúdo, julgo que foi um discurso mais apropriado a uma função de Primeiro-ministro e que significa uma clara colagem ao actual Governo, numa altura em que o país precisava de um Presidente da República com alguma capacidade de se distanciar, no sentido de manter uma independência fundamental para gerar equilíbrios na sociedade e na vida política portuguesa", disse o socialista.
Francisco Assis, que falava à agência Lusa, em Coimbra, antes de participar numa sessão comemorativa do 39.º aniversário da revolução do 25 de Abril de 1974, organizada pela Comissão Política Concelhia, salientou que a intervenção de Cavaco Silva foi em sentido "completamente contrário".
"O Presidente da República em vez de se colocar como um árbitro, como alguém que consegue promover equilíbrios e assegurar a manutenção de um clima de diálogo, acaba por optar por uma facção e se associar a uma política que no passado várias vezes pôs em causa", sustentou.
Para o ex-líder parlamentar do PS, o discurso de hoje do chefe de Estado na Assembleia da República "não é bom para a vida política portuguesa, mas não sei que repercussões é que vai ter no futuro".
"Mas é evidente que quando temos um presidente que abdica da função de árbitro, que se afasta de um lugar central na vida política e perde alguma capacidade de gerar equilíbrios, isso significa que perturba o funcionamento de todo o sistema político", considerou Francisco Assis.
NÃO PERCEBO PORQUE FICAM TÃO SURPREENDIDOS. NÃO FOI ESTE O COMPORTAMENTO QUE SEMPRE TEVE O CIDADÃO CAVACO SILVA?
DESDE QUE FOI MINISTRO DAS FINANÇAS DE SÁ CARNEIRO E UM GRANDE FIASCO, PASSANDO DEPOIS PELA ELEIÇÃO DA FIGUEIRA E DA RODAGEM DO CARRO QUE NUNCA EXISTIU. A ELEIÇÃO ESTAVA GARANTIDA ÀS 4 DA MADRUGADA NUM HOTEL POR EURICO DE MELO E MARCELO E OUTROS DIRIGENTES DO PSD PARA DERRUBAR OUTRO CANDIDATO: JOÃO SALGUEIRO.
DEPOIS O GOVERNO MINORITÁRIO E A MOÇÃO DO PRD QUE CONSTANCIO ENGOLIU.
CONSEGUIU UMA MAIRIA ABSOLUTA E GOVERNOU 10 ANOS SEM HONRA NEM GLÓRIA. É O MAIOR RESPONSÁVEL DA SITUAÇÃO DO PAÍS.
PERDEU AS ELEIÇÕES COM SAMPAIO E ESCONDEU-SE DURANTE 10 ANOS.
DEPOIS AS ESCUTAS QUE NUNCA EXISTIRA, O BPN, O AMIGO DIAS LOUREIRO E POR AÍ FORA.
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